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Conheça um pouco mais da nossa história

 1961

 A população da zona leste de São Paulo, desde 1961, já contava com o trabalho das Irmãs Marcelinas no oferecimento de assistência, ensino e pesquisa em saúde.

A população da zona leste de São Paulo, desde 1961, já contava com o trabalho das Irmãs Marcelinas no oferecimento de assistência, ensino e pesquisa em saúde. Em meados de 1970, a entidade filantrópica detectou a necessidade de investir na prevenção e promoção de saúde e criou a sua primeira Unidade de Atenção Primária nas dependências do Hospital Santa Marcelina.

Com o passar dos anos, sendo referência no atendimento gratuito às comunidades dos entornos, a instituição recebeu a proposta de implantação e expansão do Programa Saúde da Família (PSF) por intermédio do Governo do Estado de São Paulo, administrado por Mário Covas.

 1996

 No final de 1995, a Casa de Saúde Santa Marcelina e a Secretaria Estadual de Saúde assinavam a parceria de convênio, garantindo o suprimento das necessidades básicas de saúde de parte da população

No final de 1995, a Casa de Saúde Santa Marcelina e a Secretaria Estadual de Saúde assinavam a parceria de convênio, garantindo o suprimento das necessidades básicas de saúde de parte da população. Em 15 de abril de 1996, as primeiras equipes do Projeto QUALIS/PSF davam início as suas atividades nos bairros de Cidade Tiradentes, Guaianases, Vila Formosa, Vila Guilhermina, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo e Itaquera. Nove Unidades com 27 equipes de PSF (compostas por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde) foram distribuídas entre as localidades, beneficiando milhares de famílias.

Todos os envolvidos, incluindo as equipes presentes nas Unidades, se empenharam ao máximo na realização de mapeamentos de áreas de abrangência, cadastramento de usuários e disseminação de conceitos de prevenção e promoção de saúde à população. Ao fim do ano, as nove Unidades inauguradas apresentavam números surpreendentes de famílias cadastradas e pessoas atendidas.


Itaquera

UBS Jardim Copa – 2.732 famílias cadastradas/ 11.019 pessoas atendidas


Guaianases

UBS Jardim Fanganiello – 3.250 famílias cadastradas/ 14.729 pessoas atendidas


Cidade Tiradentes

UBS Dom Angélico – 1.842 famílias cadastradas/ 7.913 pessoas atendidas
UBS Barro Branco – 2.343 famílias cadastradas/ 10.758 pessoas atendidas


Itaim Paulista

UBS Silva Teles – 2.904 famílias cadastradas/ 11.749 pessoas atendidas
UBS Parque Santa Rita – 3.025 famílias cadastradas/ 12.508 pessoas atendidas


Aricanduva

UBS Vila Formosa II – 1.973 famílias cadastradas/ 7.259 pessoas atendidas


Penha

UBS Vila Guilhermina – 2.502 famílias cadastradas/ 9.811 pessoas atendidas


Ermelino Matarazzo

UBS Costa Melo – 2.337 famílias cadastradas/ 8.200 pessoas atendidas


Total: 22.908 famílias cadastradas e 93.946 pessoas atendidas

 1997

 Seguindo a linha de que os usuários mereciam serviços cada vez mais qualificados, reuniões, educações continuadas e grupos de estudos eram realizados continuadamente …

1998

Diversas discussões foram realizadas a fim de garantir um atendimento de qualidade à população, como a inserção da área de Saúde Bucal no atendimento à população.

Após dois anos de atividades do Projeto QUALIS/PSF na região, um termo de co-gestão foi adicionado ao contrato de parceria já existente entre a entidade Santa Marcelina e o Governo do Estado de São Paulo. Isso permitiu que profissionais da área de Saúde Bucal integrassem às equipes já existentes.

No mês de julho, as primeiras equipes de Saúde Bucal, compostas por um cirurgião dentista, um técnico de higiene dental e um atendente de consultório dental foram sendo incorporada a cada duas equipes, garantindo tratamentos de baixa complexidade e terapias preventivas, como a fluorterapia.

Área de Saúde Bucal a cada duas equipes de PSF:

  • 1 Cirurgião Dentista
  • 1 Técnico de Higiene Dental
  • 1 Atendente de Consultório Dental

1999

Outro momento importante no Projeto QUALIS/PSF- neste período, foi criado um grupo específico de enfermagem para o desenvolvimento dos protocolos de Saúde da Criança, Saúde do Adulto e Saúde da Mulher.

2000

Garantir a Qualidade Integral de Saúde sempre foi o lema do Projeto QUALIS. Logo, em 2000, com o total de, aproximadamente, 182 mil pessoas cadastradas, o Projeto Qualis, pôde oferecer à população mais duas modalidades assistenciais: serviços de Saúde Mental e de Reabilitação.

Profissionais de Psicologia, de Terapia Ocupacional, de Psiquiatria e de Assistência Social formaram equipes para o atendimento aos usuários encaminhados pelos Médicos de Família. Para cada 23 equipes do Programa, uma equipe de Saúde Mental, com dois psiquiatras, dois psicólogos, um terapeuta ocupacional e um assistente social, era destinada.

2001

Ao completar 05 anos de implantação das equipes do Projeto QUALIS e desenvolvimento do Programa Saúde da Família na zona leste de São Paulo, o Santa Marcelina e o Governo do Estado de São Paulo disponibilizaram a população inúmeros benefícios no controle e prevenção de doenças.

Neste ano, a parte organizacional ganhou novos contornos. O contrato de parceria, que antes era realizado com o Governo do Estado de São Paulo, foi transferido, paulatinamente, para a Prefeitura do Município de São Paulo. Na ocasião, o Programa Saúde da Família tinha, na zona leste de São Paulo, 24 Unidades em funcionamento, e 98 equipes.

 2002

Após a entrada de uma nova frente de governo no município, o Programa foi transferido à Prefeitura e as Unidades Básicas de Saúde, junto à instituição Santa Marcelina, passaram a atuar diretamente com um novo parceiro, o qual era fiscalizado pelo Governo do Estado de São Paulo. Neste âmbito, a Cidade de São Paulo possuía 12 parceiros, entre eles a entidade Santa Marcelina, a Fundação Zerbini, a Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Santa Catarina, o Hospital Albert Einstein, entre outros. Ao fim do ano, 56 Unidades foram implantadas, o que totalizou 28 equipes com mais de 600 mil habitantes cadastrados.

2005

Agilidade sempre foi a marca do PSF na zona leste de São Paulo. Da mesma forma que a população cresceu e demandou por mais serviços de saúde, a Atenção Básica mostrou toda a sua capacidade ao implantar diversas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs).

Neste ano, ainda, o Santa Marcelina também reformulou o curso de Residência Multiprofissional. A partir desse momento, profissionais de Medicina, Enfermagem, Odontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Serviço Social e Farmácia poderiam participar da trajetória educacional.

2006

Partindo da premissa de que com o aumento de serviços, processos altamente eficazes deveriam ser adotados, a instituição Santa Marcelina, em 2006, juntamente ao órgão público municipal, realizou a revisão dos protocolos de diabetes, hipertensão, pré-natal, câncer uterino e tuberculose.

No total, a região leste da Cidade de São Paulo já possuía 56 UBS com 208 equipes, as quais eram compostas por 200 médicos, 231 enfermeiros, 1.070 agentes comunitários de saúde, 428 auxiliares de enfermagem, 191 famílias cadastradas e 859 mil pessoas atendidas. Vale ressaltar que havia oito UBSs com serviços de saúde bucal, sete com serviços de saúde mental e 23 com serviços de reabilitação.

 2007

A partir de 2007, os contratos de parceria com entidades filantrópicas, como a Casa de Saúde Santa Marcelina, passaram a ser regidos por meio de uma Organização Social (OS).

Devido à efetividade das relações e à confiança obtida nos dez anos de trabalho conjunto da Atenção Primária à Saúde (APS) Santa Marcelina, em 1° de março, a OS Tiradentes/ Guaianases foi implantada. As microrregiões de Cidade Tiradentes e Guaianases que compõe a OS, possuíam, na data, aproximadamente 30 e 31 mil famílias cadastradas, 111 e 115 mil pessoas atendidas e 32 e 33 equipes cadastradas, respectivamente.

Desse ponto em diante, a OS teve a autonomia de realizar a contratação e capacitação de profissionais para os equipamentos de saúde com PSF, Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) e Unidade Básica de Saúde Tradicional, acompanhamento de indicadores e administração da verba destinada pela Prefeitura do Município de São Paulo.

2008

Em janeiro de 2008, é publicada a portaria nª 154 para a implantação das equipes do Núcleo de Apoio a Saúde da Família – NASF, afim de apoiar as equipes de saúde da família na busca de resoluções mais efetivas à complexidade dos problemas de saúde encontrados no território. Neste ano, a APS Santa Marcelina implantou 23 equipes multiprofissionais NASF em 5 regiões da zona leste.

Outro momento importante foi a participação de mais uma licitação para a criação da Organização Social Itaim Paulista, beneficiando as UBS tradicionais e com PSF e as AMAs, da microrregião do Itaim Paulista.

Em 27 de julho, a instituição garantiu a autonomia e credibilidade almejada por parte do órgão público. A microrregião possuía, até o momento, 57 mil famílias cadastradas, 210 mil pessoas atendidas e 56 equipes.

2010

Após um longo período de licitação iniciado em 2008 e com resultado em 2009, oficialmente em 2010, a APS Santa Marcelina assumiu um novo Contrato de Gestão, que recebeu o nome de Lote III, referente a administração de serviços de emergência, Pronto Atendimento Glória em Cidade Tiradentes, Atualpa no Itaim Paulista e PS Julio Tupy em Guaianases.

 2014 – 2015

No ano de 2014, a APS Santa Marcelina passou por um novo e importante momento, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) lançou em novembro, um novo edital de licitação para o gerenciamento das Unidades de Saúde do município de São Paulo, inclusive os serviços de saúde das regiões onde a APS atuava com e sem Estratégia de Saúde da Família.

Durante vários meses, a Casa de Saúde Santa Marcelina (CSSM) responsável pelos contratos de gestão avaliou os seus processos junto a parceria e com a intenção de participar do edital, apresentou propostas de trabalho, resultando mais uma vez sua qualificação para atuar em parceria com a SMS. Ao longo desse período, algumas decisões foram sendo tomadas como o declínio do acompanhamento das Unidades de Estratégia de Saúde da Famílias das regiões de São Mateus, Penha e Ermelino Matarazzo.

Em setembro 2015, a CSSM assina dois novos contratos de gestão (composto por 5 regiões), reafirmando o seu compromisso junto à população. E com essas novas mudanças, a APS aumenta o seu escopo de atuação: em 03 modalidades assistenciais presentes em mais de 110 serviços de diferentes modalidades.

2016 – 2018

A Estratégia Saúde da Família (ESF) trouxe à população da zona leste, por meio da Atenção Primária à Saúde (APS) Santa Marcelina, uma nova perspectiva para o cenário de prevenção e promoção de saúde no âmbito da rede pública.

Atualmente, a APS Santa Marcelina administra 46 Unidades de Saúde (UBSs) com ESF, Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs), Centros de Atenção Psicossocial, Centros de Especialidades Odontológicas, Núcleos Integrados de Reabilitação, UBSs Tradicionais, Unidades de Apoio, Residência Terapêutica, APD, PAI, CER, Pronto – Atendimentos e Pronto-Socorro.

Ao fim de 2015, o número de famílias cadastradas era superior a 200 mil, o que significa que quase 1 milhão de pessoas são assistidas pelas equipes ESF, entre elas gestantes, diabéticos, hipertensos e crianças menores de 1 ano.

Com o passar dos anos, o crescimento do ESF e, consequentemente, da Atenção Primária à Saúde Santa Marcelina atingiu proporções grandiosas. O número de colaboradores hoje ultrapassa a marca de 7 mil, que antes restrito às Unidades Básicas de Saúde, agora contemplam outros setores estruturais.

Esses são apenas alguns resultados que demonstram as quão exitosas são as experiências da Atenção Básica na zona leste e o quanto elas ainda podem crescer e melhorar.

A APS Santa Marcelina, busca, no futuro, aperfeiçoar essa parceria e realizar ações voltadas à cidadania, à religião e ao voluntariado, por intermédio do Carisma Marcelino.